sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Cumprido, né?!

Olá, pessoas!!!
Olhem, o Teddy Bear tá animado, hein?!
Vim contar pra vocês hoje a histórinha do "Cumprido, né?!"

Um belo dia, na aula Kantiana... Ops... Não era Kantiana... Já era sobre Ética & Moral ou Moral & Ética, qualquer coisa assim, kkk, o Rodis chega atrasado e passa por trás da "picture".
Ela, por sua vez, ao vê-lo chegando em sua carteira, lança uma frase que se tornou um dos bordões saxônicos: Cumprido, né?! - em alusão à altura de nossa amada "Girafinha".

Pra quê... Foi um riso geral nos integrantes do T.S.S.
E assim surgiu o bordão "Cumprido, né?!"

Teddy Bear hugs,
Wash.

E se foram os rocamboles

Plena segunda-feira, a cantina bombando de gente e a Flávia decidi comprar um salgado, ok, eu vou com ela. Chegamos lá e nos deparamos com uma fila enorme e quase nada de salgados. Pra começar um cara lesado empaca na fila e não percebe que tem que ir até a Flávia tentar passar na frente dele.
Descendo as escadinhas, constatamos que ela deveria pegar um dos dois últimos rocamboles de calabresa... chega a vez dela de comprar a ficha, ela pergunta o preço do rocambole, paga, pega a notinha e se dirige ao balcão para pegar o salgado e devido a falta de funcionários, ela demora a ser atendida. Então vem a mocinha com aqueles pegadores de salgado e pega um rocambole... eu lá da escada penso: Bom, ainda tem mais um. E a Flávia olha pelo vidro pra verificar a mesma coisa e então, num piscar de olhos, quando vemos a moça já está com o outro rocambole na mão, pra servir outra pessoa...
Daí eu não aguento e começo a rir e ela fica na ponta dos pés para ver a quem seu rocambole foi entregue e no final acaba se contentando com um mini enroladinho de presunto e queijo...
Era melhor se ela tivesse levado um PQP (Pão, queijo e presunto) ou um pão com bife mesmo... hahaha

By: Rodolpho

See you...

Na balaustrada

Pra contar esse acontecimento, tenho que explicar algumas coisas.
1º) De frente a escola tem uma carrinho de lanche no qual batizamos de "O rei do gado", por causa do cinto de cowboy com aquela fivela enorme
2º) O dono dessa lanchonete "mequetrefe" é um cara um tanto relaxado e nojento (do tipo que não lava a mão depois de ir ao banheiro e volta pra preparar um cachorro-quente, argh)
3º) Do lado das mesas do estabelecimento se encontra uma balaustrada (quem não sabe o que é procura no dicionário... hehehe)
4º) Um dia, num intervalo, a Ana e o Washington estavam encostados lá e eu fui até eles e me sentei na balaustrada (que nome grande pra escrever) e então o Rei do Gado em pessoa vem todo bufante pedir pra eu descer... tá, eu desço de boa, mas fico pensando: Ele comprou isso aqui?

Bom, agora vamos ao que interessa... estávamos em mais um intervalo discutindo se devíamos ou não sentar na balaustrada, só pra perguntar pro sujeitinho encrenqueiro o motivo de não ser permitido sentar ali, já que não tem nenhuma placa de aviso ou coisa do tipo. Decidimos que sim. O Washington se voluntariou a sentar e ficamos todos os outros 5 do grupo dando apoio e a Flávia o dando equilíbrio.O Rei do Gado suuuper ocupado, estava servindo as mesas e olhando pra gente de rabo de olho, servia um e lançava aquele olhar fulminante pra nós e então quando ele ficou livre, veio pra cima da gente feito o boi bandido e quando já tava quase chegando perto, o Wash pula dos balaustres contra a vontade da Flávia que fez de tudo para segurá-lo lá em cima e o digníssimo boi irritado deu meia volta...

E a pergunta ainda fica no ar: Por que diabos não pode sentar lá?

By: Rodolpho

Peripécias do Teddy Bear

Vocês devem estar pensando "Nossa, o Teddy Bear hoje empolgou!", né?!
Hahahahahaha.
É mais ou menos isso mesmo...

Cá estou para contar um acontecimento quentinho!
Saindo do forninho, hahaha.

Pra quem tem alguma dúvida, quero deixar bem esclarecido que eu SOU o PEOR!
Risos.

Vamos ao quê interessa...

Na hora do recreio (ah, que coisa mais cuti-cuti, né?!) fomos Rodis, Piima, Hannah e eu pra cantina.
Rodis e Piima mais a frente pois eu queria contar umas coisas para a Montana...
Pois bem...
Aqui em Ribeirão tem um carnêzinho chamado "Circulô - Vale Dinheiro" onde tem desconto de várias porcentagens em diversos estabelecimentos, que por sinal é raríssimo de ser encontrado...
A Hannah viu eles num lugarzinho onde colocam cartões postais e outras propagandas e disse "Vai lá pegar um pra gente".

Eu como quase não sou guloso, cheguei lá, parei.......... pensei......... e peguei TODOS os que lá estavam!
Huahuahuahua.
Enchi a mão (literalmente).

Nisso, umas mocinhas viram e ficaram comentando "Ah, isso aqui dá desconto", e talz, enquanto a Hannah e eu ríamos e ela morrendo de vergonha, elas viram minha "mãozinha" cheia e vieram "Moço, você poderia dar uns pra gente?" e eu muuuito bonzinho (e safado) mandei "Claro!!! É que estou levando pro pessoal da minha sala, pra distribuir" e mandei AQUELE sorrisinho amareeeelo, maroto, carioca.

Entonces, Hannah e eu, ainda rindo muito (e ela morrendo de vergonha) saímos dali e fomos pra entrada da facul. Lá chegando, tinha mais um montinho desse ouro valioso e raro, o que fez meus olhinhos brilharem num primeiro momento e no segundo momento ficarem em forma de cifrão ($) e fazer aquele barulhinho de caixa registradora, kkk. E lá fui eu com minhas ágeis mãozinhas e peguei mais 3.

Bom, depois da minha boa ação do dia (dar 4 carnêzinhos pras moças acima citadas) e mais os que peguei no segundo ato tinha um total de 14 "Circulô"!!
Uhuuuuuu!!
Obs 1: ele só é válido até o próximo dia 31 de setembro. Mal vai dar pra usar... Hunf!
Obs 2: setembro só tem 30 dias, kkk.

Chegando na sala, Montana não se aguenta e faz O escândalo do ano:
- Gente... Que vergonha.... O Washington pegou 14 desses valezinhos!! ... -
E contou minha histórinha.

Eu, rindo que nem uma hiena, e sem graça, acabei dando um pro pessoal
E ainda terminei a noite com 8 "Circulô"'s.
Huahuahua.

Sou descarado MEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEESMO.
Qui qui é?! Tô paganooooo (ops, minha madrinha tá paganoooooooo)!!!!!!!!

Teddy Bear Hugs,
Wash.

"Mulekiu"

Como em toda aula de Leitura Intensiva, a gente tava lendo e traduzindo os textos pra sala toda ouvir ¬¬'. E estava na minha vez... eu começava a ler e a teacher "speak up", não consigo ouvir sua voz (detalhe, ela tava do meu lado), aí eu recomeço a ler e ela "slower, please"... e eu já de saco cheio, começo a ler parecendo uma criança da 5ª serie "The in-for-ma-tion..." e o povo rindo e pra completar, finalizo com um "mo-le-cu-le (mulekiu)", e então a risada é geral, eu comecei a rir também e a teacher com a mãozinha na testa (um gesto tosco pra gente ficar quieto), hehehe...

See you folks...

By: Rodolpho

Da época da vovó

Frase: Do arco da velha caolha.

Usada para dar ênfase quando se fala de alguma coisa muito velha.
Ex: Os livros que o professor pediu para a gente ler são do arco da velha caolha...

By: Rodolpho

O mugido oculto

Bom, estávamos na aula de literatura e o professor tentando explicar o "significante" e o "significado" das palavras, ele usou a palavra mesa como exemplo e tentou desenhar uma mesa na lousa (talvez ele estivesse inspirado nos desenhos que fizemos e pregamos na parede), mas o que ele desenhou estava longe de ser uma mesa e daí ouve-se o comentário da Ana ou da Flávia (I'm not sure): "Parece uma vaca com as tetas penduradas!" E o professor: "Onde que tem vaca aqui?" e a Ana: "A vaca é o sujeito oculto", mas até aí tudo bem, o professor continuou explicando, a mesa na lousa parecendo uma vaca sem cabeça e lá fora na praça da escola aquele vucu-vucu... e de repente quando todo mundo fica quieto a gente ouve um "MUUUUUU", mas não vinha da vaca na lousa, foi um mugido que com certeza deve ter vindo da lanchonete do "Rei do Gado"... enfim, foi uma coincidência engraçada... hehehe

See you ;)

By: Rodolpho

What does "férias" mean?

Férias means: no posts... or not.
Bom, como a Ana já contou, hoje foi nosso último dia de aula do semestre...

Poxa que barra! <<< (mais um exemplo de aplicação)

... e com isso não teremos histórias pra contar, a menos que a gente se reuna um dia desses, o que seria fucking awesome... mas de qualquer forma estaremos aqui em breve, cheios de novidades e novas histórias e frases.

See you folks!

By: Rodolpho

PS: Ainda quero saber onde estão dando o papelzinho... kkkk

Do you wanna buy my pen?

Bom, pra provar que a gente estuda mesmo e não é só curtição, essa história aconteceu durante a aula de Leitura Intensiva. A teacher pediu pra sala se juntar em duplas e fazer um tipo de "role play", um tinha que vender uma caneta para o outro... a Flávia fez par comigo. A gente ficava enrolando, explicando a caneta, as vantagens da adesão do produto e tudo mais... aí vem a professora, pára, escuta um pouco da conversa e sai... faz isso com o resto da classe. Terminado isso, ela pede dois voluntários pra ir na frente de todo mundo e fazer a encenação... NENHUM VOLUNTÁRIO... então ela olha pra nós dois que fazíamos de tudo pra não sermos notados e nos chama pra ir na frente da sala, sem opção, nós vamos. Chegando lá, ela pergunta quem vai vender e quem vai comprar, eu e a Flávia começamos a discutir: "Você vende" "Não, você" "Você, Rodolpho" "VOCÊ" e então num ato impensável de desespero eu, que segurava a caneta, a deposito nas bandejas da Flávia, também conhecidas como Maria Cecília e Maria Eduarda (her boops) e a sala inteira explode em risos... e a gente também, é claro. Nossa apresentação foi mais para descontração da sala. No final eu tive que bancar o vendedor... E eu perguntava "♪ Do you wanna a pen? ♫" HOHO! E consegui vender a caneta dupla por $1,48.

By: Rodolpho

Foi numa Sexta-feira

Foi numa sexta-feira... qual? Naquela que o grupo trocou de lugar na sala por causa do ar condicionado, mas não é sobre isso que vou falar. Os acontecimentos ocorreram durante o intervalo, fora da escola. A Flávia e o Julio foram comprar cachorro quente no Neto e a Ana, a Kelly e o Washington foram na padaria, eu fui com eles, com meu saquinho de pipoca doce. Chegando lá a Ana e o Washington vão escolher o sorvete e a Kelly pega um coxinha e se dirige a fila do caixa... até aí tudo bem, mas lá na fila, ela com as mãos ocupadas com o salgado, a carteira, a bolsa (o chicote talvez, hehehe), na maior dificuldade pra pegar o dinheiro e eu só de olho, bem, não só eu... na frente dela estava o cara de vermelho. Então ela vira pra mim e diz "Me ajuda aqui" e o cara, super prestativo, prontamente se prepara para pegar a coxinha dela e ela olha pra ele , aponta na minha direção e diz "É ele", o cara, fica sem graça, vira pra frente enquanto eu "caio" na risada e a Kelly segura para não rir pra cara do coitado, assim começa a "vermelhofobia" da Kelly... o outro acontecimento do dia foi o inseto que atacou a Flávia e quase deixou ela sem blusa no meio da praça... hilário, mas prefiro não falar muito a respeito, hehehe e mais tarde, novamente no carrinho de cachorro quente do Neto eu quase levo um tombo do banquinho, pulei de uma lado pro outro mas me estabilizei...

By: Rodolpho

No elevador - Parte 2

Esse episódio aconteceu vários dias depois da primeira vez que estivemos no elevador (a primeira vez a gente nunca esquece). Desta vez estávamos eu, Flávia e Washington voltando do intervalo e resolvemos dar mais um passeio de elevador (apesar de tudo o que aconteceu anteriormente). Pegamos o elevador no térreo, acompanhados de uma moça que desceu no 4º andar onde já havia um cara e três garotas esperando. Ele entrou com duas delas e a outra ficou para fora. Então eles perceberam que ainda tinha lugar para mais um e rapidamente as duas garotas agarraram a porta que começava a se fechar e eles me pediram para apertar o botão para manter a porta aberta (botões e eu não nos damos muito bem como já contei antes), mas, eu apertei. Nada aconteceu. A porta continuou fechando, prestes a esmagar o dedo das duas. O cara gritava "Aperta o botão, aperta o botão" e eu, desesperado, continuava a apertar. Depois de um tempo ele olha pra mim e grita "Mano, o outro." É, eu estava apertando o botão pra fechar a porta (momento "Poxa que barra!" com direito a um "Você é uma anta mesmo") Mas, eu tentei ajudar ao invés de ficar olhando as duas se matando para segurar a porta e ficar gritando. Depois daquele tapa na cara da realidade eu apertei o botão certo. A menina entrou. A gente desceu de volta pro nosso andar enquanto eu tinha uma pequena crise de riso. E a Flávia e o Washington são testemunhas desse quase fracassado ato de ajuda ao próximo.

Mais uma frase

Frase: Na curva da galinha morta.

Significa estar quase no fim de algo.
Ex: Estávamos na curva da galinha morta para terminar a prova mas a aula acabou...
E em seguida o comentário (obrigatório): Poxa que barra!

By: Rodolpho

Apertei... Apertei também!

Era mais uma bela noite na nossa querida faculdade.....Estávamos todos os Saxons na porta de entrada... A Flávia (como sempre) muuuuuito espevitada...
Conversávamos sobre assuntos saxons até que num impulso - que Jesus me explica de onde surgiu -, ela vem, aperta meu peito (que como ela mesma diz é "suculento", rs, rs, rs) e diz "Apertei"...
E eu, por instinto, mandei um "Apertei também!" dando uma bela apertada em uma de suas mamas, kkk. Dando início, então, a uma das frases mais queridas pelo T.S.S..
Isso virou praticamente rotina entre nós. Vira e mexe falamos "Apertei" e outro diz "Apertei também!"

Noutra ocasião, após a Flávia me apertar 2x (uma em cada peito, rs, rs) eu retribuí o aperto com um "Apertei também... E apertei de novo!" (um na Maria Eduarda e outro na Maria Cecília), hahahahahaha.

E agora................... Além dela apertar vez ou outra meus "suculentos" peitos, tem a Ana que vem e aperta minha barriga com um "Apertei" ou "Apertei também!" em retribuição à uma apertada!Hehehehehe.Essa é a história do Apertei... Apertei também!

By: Washington.

Expressando um sentimento

Nas postagens de "Coleção falas e bordões" serão apresentadas algumas das falas e citações mais usadas pelo TSS, assim como um breve resumo de sua correta utilização.

Frase: Poxa que barra!

Usada para expressar pesar por algo.
Ex: Ontem cai da escada... Resposta: Poxa que barra!

Nota: Frase plagiada do filme "Procurando Nemo", afinal, no universo nada se cria, tudo se copia (bem, nem tudo)

By: Rodolpho

No elevador - Parte 1

Não me lembro o dia exato que isso aconteceu, mas lembro que foi numa aula do Literatura, eu e a Flávia estávamos voltando do intervalo e resolvemos pegar o elevador, no sentido figurado da palavras, hehehe... é ai que você me pergunta: "Que andar é a sua sala?" E eu: "No 1º", você: "Então pra quê pegar o elevador?" E eu: "A toa", pois é, a gente pegou o elevador pra passear a toa e porque a gente ainda não tinha entrado nele. Bom, o pegamos no térreo e apertamos direto o botão do 4º andar e ai fomos subindo, cantando e dançando e então, um botão FDP atraiu meus olhos e não pude conter meu dedos... APERTEI (e isso me lembra outra história que o Washington vai contar) e adivinha só, era o botão de emergência ¬¬'. Chegando no 4º andar que tinha absolutamente nada de interessante a gente saiu do elevador a porta fechou-se e ele desceu e enquanto isso o guarda da escola subia as escadas pra ver qual era a "emergência". Naquele momente de pânico e tensão, tivemos uma crise de riso, a Flávia me xingando de vários nomes e eu xingando a p*$#@ do elevador que não voltava. O guarda ia chegando quando o elevador abriu as portas pra gente (o guarda nos viu), entramos e rapidamente apertamos o botão para o nosso andar... aliviados, mas... alguém tinha chamado o elevador no 2º andar, quando ele parou a Flávia desesperada me puxou pra fora e quem vinha descendo as escadas? Ele, o guarda. Demos a volta correndo pela outra escada pra escapar do nosso perseguidor, cruzamos com o professor pelo corredor, que alegou estar indo lavar a mão (desculpa meio suspeita) e quando estávamos prestes a cruzar a esquina pra nossa sala... o guarda novamente se aproxima pelo corredor. Corremos ainda mais e entramos na sala, sem fôlego e certos de que ele faria um retrato falado... hehehe... bom, é isso, acho que contar demorou mais tempo do que toda a ação, mas foi assim. Divertido no momento (pelo menos pra gente).

By: Rodolpho

Conheça o grupo

Bom, o TSS - The Saxon Six, é um grupo formado por seis alunos do curso de Tradutor de Inglês da Barão de Mauá de Ribeirão Preto. Integrantes: Ana Cristina, Flávia, Julio Cesar, Kelly, Rodolpho e Washington. O grupo começou do nada, nos primeiros dias de aula quase não nos falávamos e tenho certeza que um comentava alguma coisa do outro pelos corredores da escola, hehehe... ou às vezes achava que os outros não foram com a sua cara (é, eu achei, rsrsrs). Mas então, a proximidade das carteiras na sala que mais parece um banheiro nos uniu e atráves de piadas na sala e fotos de poses inadequadas houve a necessidade de nomear o grupo. Numa determinada aula aprendemos sobre os saxãos (saxons) um povo que viveu há muito tempo (não preciso entrar em detalhes), mas o nome só chamou a atenção porque ao ouvir a palavra "saxon" pela primeira vez, imaginamos outra coisa, como já era de se esperar, hehehe. E me baseando no grupo Jackson Five, o qual nenhum de nós é fã (I guess) eu nos nomeei de "The Saxon Six" e o nome pegou, desde então somos o grupo que anima e/ou perturba a sala, que irrita e/ou orgulha algum professor, que tira fotos dentro do elevador e na praça da escola, mas que está unido para o que der e vier, seja para segurar alguém que cai da escada ou para acompanhar alguém no carrinho de cachorro quente perto da Montanha dos Teletubbies. Criei o blog para que possamos publicar nossas histórias hilárias do ponto de vista de cada um (que terá a liberdade de postar o que quiser). Bem vindo e ENJOY the blog...

By: Rodolpho